Análise de Criticidade de Equipamentos

O que é a matriz de criticidade de equipamentos?

A matriz de criticidade de equipamentos é uma ferramenta utilizada no setor industrial com a finalidade de classificar a árvore de ativos de uma empresa de acordo com as consequências das falhas no sistema. Para isso são adotados critérios que devem ser levados em consideração junto a gravidade de falhas:

Critérios:

– Segurança
– Meio Ambiente
– Qualidade
– Produtividade
– Manutenibilidade
– Custos

Em seguida, devem ser atribuídos ao equipamento analisado a classificação correspondente, de acordo com 3 níveis de impacto:

A: Equipamentos altamente críticos.

B: Equipamentos moderadamente críticos.

C: Equipamentos de baixa criticidade no processo.

 

Qual a importância da matriz de criticidade?

Após a realização de uma classificação criteriosa dos equipamentos, é possível estabelecer ativos prioritários. Isso é fundamental para o desenvolvimento do planejamento e controle de manutenção, uma vez que, a matriz de criticidade traçada, permite a definição de estratégias diferentes para cada equipamento, economizando tempo, recursos e aumentando a confiabilidade.

 

Equipamentos com criticidade A, necessitam de uma atenção maior da equipe de manutenção, portanto devem ser realizados planos de manutenção preditiva, análise de falhas, inspeções constantes além de manutenção preventiva, afim de manter o perfeito funcionamento e reduzir ao máximo as falhas que podem trazer riscos a segurança, meio ambiente, ou ao processo produtivo.

 

Os equipamentos classificados como criticidade B ainda que sejam importantes para o processo, não apresentam riscos tão graves quanto os anteriores, sendo assim, a manutenção preditiva e avaliações constantes são o mais indicado.

 

Já os ativos de criticidade nível C são considerados de baixa prioridade para o processo. Muitas vezes para este tipo de maquinário opta-se pela manutenção corretiva, uma vez que a manutenção preventiva e/ou preditiva requer um investimento maior de recursos (financeiro e mão de obra) que não são tão necessários devido a baixo risco que os equipamentos nível C causam, seja pela baixa ocorrência de falhas, ou pelo insignificante impacto ao processo produtivo.